Miércoles, 20 de Enero de 2016

De August Strindberg

O texto teatral A mais forte, de August Strindberb, foi escrito por volta de 1.888 e conta a história onde a paixão, amor, ódio e medo se confundem, formando um enredo em que cada olhar; cada gesto tem um significado muito mais profundo do que deixa transparecer. Na peça, cabe ao espectador resolver, com sua imaginação e história pessoal, o desentrelaçar do drama.

Através de um conflito aparentemente trivial, vivido por duas mulheres que disputam o amor do mesmo homem, o espectador é levado a se indagar sobre os fatos que são ou não são importantes na vida ou quando se escolhe um caminho a seguir.

A peça provoca um questionamento interno em cada ser e é praticamente impossível não fazer perguntas a si próprio como onde reside a força do ser humano? Quando somos mais fortes? Quando calamos e cedemos, ou quando nos deixamos tomar pelos sentimentos que nos arrastam em turbilhão? Até que ponto lutar vale a pena? Será o mais acertado? Até que ponto nossos sonhos são mesmo nossos e onde passam a ser dos outros?

“Você achou difícil aprender com as experiências dos outros”.
Difícil é ceder. Difícil é ceder e se humilhar “.
Joaquim Rodrigues da Costa- Diretor

A Montagem

Na busca de novos estilos e no desejo profundo de experimentar para aprender, numa dessas andanças pelo vastíssimo acervo mundial de obras dirigidas ao teatro, nos deparamos com o desejo de inovar, aceitando o desafio de montar um espetáculo de grande amplitude. Dessa pesquisa surgiu “A Mais Forte”. Um drama de época, mas ao mesmo tempo com uma linguagem atual e riquíssima.
Visando sempre o crescimento, o aprimoramento profissional tanto quanto o pessoal, e sabendo da importância da criatividade aliada a visão e a capacidade de realizar, viemos através desse projeto, levar cultura as mais diversas classes sociais que possam assistir a esse trabalho cênico, na luta pela formação de público e de proporcionar a Foz do Iguaçu a oportunidade de ter cultura das mais requintadas, mas que seja ao acesso de todos.

Este espectáculo formó parte del evento: I Festival Internacional de Cultura Tres Fronteras





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